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Gorongosa

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Público: Moçambique - O homem que planta árvores

Parque Nacional da Gorongosa 26 Mai 12

Pedro Muagura já plantou perto de cem milhões de árvores.

Coordena o programa de reflorestação da serra da Gorongosa.

Planta árvores até quando vai ao estrangeiro

 

Por Ana Cristina Pereira

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Ninguém lhe ordenou que andasse por aí a plantar árvores, mas aos seis anos já lançava sementes pelos caminhos. Pastoreava bois. Os bois não paravam de comer plantas. Pedro Muagura também se servia delas. "Milho não tínhamos, batata usávamos uma vez por mês, arroz não havia. As frutas silvestres sempre existiram. Mesmo que haja seca prolongada, as plantas nativas têm fruta. Fui vendo isso."

Plantou muitas árvores. Uns cem milhões, contando com as que meteu na terra e com as que meteu na terra quem lhe obedece.

Uma vez, o Presidente da República de Moçambique, Armando Emílio Guebuza, apareceu-lhe em casa: "Por que plantas árvores?" Pedro pensou: "As grávidas precisam de sombra. Os bebés descansam numa cama de madeira. O nosso caixão também é feito de madeira. Nós alimentamo-nos de plantas. Plantas são vida."

Cresceu em Machipanda, província de Manica. Estudou no Instituto Agrário de Chimoio. Fez das plantas o seu negócio. "Antes era eu, a minha esposa, as crianças. As crianças deram uma grande contribuição. Tenho cinco - quatro meninas e um só menino. A mais velha tem 17 anos, o mais novo seis meses. É o Salvador. Salvou-me de ser o único homem no meio de tantas mulheres."

Plantava embondeiros (que dão malambe, um fruto com um miolo seco de sabor agridoce), maçaniqueiras (maçãs pequenas), ximénias (ameixas-do-mato)... As pessoas perguntavam-lhe: "Porquê só plantas nativas?" E ele começou a ter laranjeiras e outras árvores para vender. A empresa cresceu. Agora, 21 funcionários plantam árvores em seu nome. "Num dia só chego a produzir 26 a 27 mil plantas." Números que não estão exagerados, sublinha, porque há trabalhadores que chegam a fazer 1700 vasos por dia.

Sente-se "especial" desde que professores e estudantes lhe começaram a aparecer em casa. Às vezes, até lhe pediam que fosse a escolas ou universidades ensinar a cuidar de algumas espécies. Tornou-se professor. Estudou florestas na Finlândia e fauna bravia na Tanzânia.

Nem fora de Moçambique larga o seu "grande desafio". Plantou uma árvore em Portugal, perto do Aeroporto de Lisboa. "Não tive problemas." Em Heathrow, Londres, não conseguiu. "Foi difícil, mesmo para cumprimentar as pessoas. Dizia: "Bom dia!" A primeira pessoa não respondeu; a terceira quis saber por que estava a cumprimentar. Perguntei se podia plantar, ela disse: "Esquece!""

Plantou na Suécia, Dinamarca, Finlândia, Tanzânia, Zimbabwe, Malawi, África do Sul. Na África do Sul, mostrou que não brinca com isto. "Primeiro falei para os serventes: "Se não regam essas plantas, não vou almoçar aqui." Pensavam que estava a brincar. Falei com o manager. Ele disse: "Vão lá regar." Depois, deram-me uma árvore para plantar."

Quando a recuperação do Parque Nacional da Gorongosa despontou, o plantador de árvores dava aulas na vila homónima. "Fui vendo a relação entre florestas e fauna bravia. Pensei que era melhor fazer práticas no terreno. Depois, pedi ao Ministério de Educação para me juntar ao parque." Está há dois anos a tempo inteiro na reserva. Gere o programa de reflorestação da serra.

Ainda há um século, o homem não se atrevia a sair do sopé da serra, que atinge 1863 metros de altitude. Reza a lenda que quem tentar subi-la perderá a vida. Baptizaram-na de "Kuguru Kuna N"gozi", que no dialecto local quer dizer "lá no cimo há perigo". Aportuguesada, Gorongosa.

Na guerra civil (1976-1992) e nos dois anos até às primeiras eleições multipartidárias, as pessoas foram subindo a serra em busca de segurança. E a serra sofreu com esse avanço. "Faziam queimadas por causa da guerra, para caçar animais, para preparar áreas para milho, feijão."

Pedro ainda se lembra da primeira vez que sobrevoou a Gorongosa. Terá sido em 2005 - o Governo de Moçambique e a Fundação Carr (EUA) tinham assinado há pouco o memorando de restauração do parque, que haveria de evoluir para a co-gestão. Faltavam partes de floresta tropical, floresta de galeria, savana. A continuar assim, os rios Vunduzi e Muera mingariam.

Nem é preciso helicóptero. Para ver a devastação basta subir pela picada num jipe de safari, como o engenheiro agora sobe em direcção à cascata de Murombodzi. Consequência de práticas inapropriadas de uso de terras, baseadas no corte e na queima, o que degrada solos, fauna, flora, "tudo". Só em 2010, o Governo alargou os limites do parque de forma a incorporar a serra situada acima dos 700 metros. E ainda ali moram duas mil pessoas.

Pedro aposta nos mais novos. "Ensinar uma pessoa que já não tem dentes a fazer um novo tipo de agricultura é muito difícil." Não desiste delas. Mostra que a água dos rios corre barrenta, que desapareceram poços. Diz-lhes: "Era fácil o feijão germinar aqui. Já não é. Cortaram muito. Temos de reflorestar."

Na natureza, tudo interage. "As aves lançam sementes. Os macacos comem frutas e, pelo produto fecal, vão dispersando sementes. Tudo vai fazendo a cobertura vegetal. Nas zonas onde se cortam as árvores, os rios vão perdendo caudal. O programa florestal tem por objectivo garantir a sustentabilidade de recurso hídrico do parque." Sem água, não há flora, não há fauna bravia, não há ecoturismo, não há empregos.

O projecto agrega 34 viveiros. Só o ano passado, plantaram 850 mil árvores. Pedro soma 1,2 milhões. Está a contar com o apoio prestado às escolas e comunidades. Recolhem sementes nativas, plantam-nas, cuidam das plantinhas até à hora de as transplantar. "Este ano, o alvo é dois milhões. Na recolha de sementes, a média é seis toneladas. O grupo é muito motivado."

A motivação transparece numa curta conversa com plantadores de árvores como Silvestre Braga, que tem três esposas, 29 filhos, uma dor de cabeça quase permanente. "O problema é que quando cultiva... milho, feijão, mapira, é pouca comida para alimentar as crianças." Vale-lhe o que recebe do parque.

O plantio mobiliza 55 trabalhadores e à volta de 275 voluntários. O número está em crescendo. Pedro até pensava que iam exigir um salário. Não o fazem. Talvez por sentirem que estão a aprender. Talvez por acreditarem que os melhores poderão vir a ser contratados pelo parque.

Por vezes, Pedro fica a dormir na montanha. Também os recebe quando vão à vila da Gorongosa. Oferece-lhes água para tomar banho, esteira para descansar. E com esses pequenos gestos vai conquistando aliados. Alguns vêem cortar ou queimar e avisam.

O país combina justiça tradicional com justiça convencional. "Se destrói a casa do vizinho ao fazer queimada, chama-se a polícia. Se corta uma árvore na nascente do rio, confisca-se o machado e entrega-se a pessoa ao régulo." Cortou uma árvore, tem de plantar 15. "É para educar. Nós, do programa de restauração, entregamos as plantas à pessoa e ela vai abrir as covas e plantar."

Os fiscais não chegam a todo o lado. "Há áreas que só são acessíveis de helicóptero." E falta educação. "Existem muitas pessoas que não conhecem escola e falar com elas de ambiente, de erosão, de fauna, é muito difícil."

A muitos parece desnecessário plantar espécies nativas, como chanfuta, amonha, panga-panga ou umbila. Parece mais útil plantar, por exemplo, batata-reno. Na serra, um cacho de banana custa 10 a 15 meticais (28 a 42 cêntimos de euros). Ora, cinco quilos de batata-reno podem ser vendidos a 80 a 100 meticais.

Nem só as bicicletas chegaram à Gorongosa nos últimos tempos. "Os jovens agora querem telefones celulares. Isso tem impacto negativo. As pessoas vão cortando floresta para pôr batata-reno. Desenvolvimento e conservação são assuntos muito contrários." O trabalho não pode parar. "Não vamos chegar à vila sem ver um camião com troncos grandes." Não tarda a encontrar um, atolado.

A jornalista esteve na Gorongosa a convite da Into África Viagens e Safaris Lda.

Público: O que se passa com os leões da Gorongosa?

Parque Nacional da Gorongosa 24 Mai 12

Artigo publicado na revista do jornal Público, pela jornalista Ana Cristina Pereira, com fotos de Irene Grilo, as quais recentemente visitaram o Parque Nacional da Gorongosa.
 Clique AQUI ou na imagem abaixo para ler o artigo directamente website do "Público" (só para assinantes do Público).

 

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Multiplicaram-se fiscais e presas, mas os leões não estão a aumentar no Parque Nacional da Gorongosa, no centro de Moçambique. Talvez estejam a morrer nas coutadas de caça vizinhas. Uma bióloga vai tentar descobrir o que está a acontecer ali com esta espécie, que já ameaça desaparecer do continente africano.


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As impalas olham quase todas numa direcção, sinal de que há predadores por perto. Lá à frente, um leão e uma leoa mordiscam-se. Estão a acasalar. A cópula dura 10 a 20 segundos, mas repete-se a cada 15 a 20 minutos. Podem estar naquilo vários dias, indiferentes a quem passa de jipe pela picada. 



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O tamanho das proles até espantava quem visitava o Parque Nacional da Gorongosa, que está a tentar recuperar dos massacres sofridos durante os 16 anos de guerra civil e os dois que separaram a assinatura do acordo de paz da realização das primeiras eleições multipartidárias em Moçambique, em 1994. Em 1972, contaram-se mais de 200 leões. Em 2007, uns 60. Agora, 30 a 40. Estimativas de Carlos Lopes Pereira, até há pouco director do serviço de conservação, que via leões a acasalar, crias a crescer, não jovens a chegar a adultos. 



Todo o ecossistema parece estar a recuperar. Desde 2004, o número de fiscais dobrou. A partir de 2006, reintroduziram-se diversos herbívoros de grande porte - búfalos, gnus, hipopótamos, elefantes. Por que não aumentou a população de leões, como aconteceu com as de pivas, changos ou javalis-africanos? A bióloga e ecologista sul-africana Paola Bouley começa este mês a tentar desvendar um dos maiores mistérios da reserva. 



Os leões da Gorongosa têm juba curta. Efeito do capim, que cresceu demasiado nos anos de escassez de herbívoros? A juba mais curta facilita os movimentos na savana ou na floresta, mas passaram os leões a nascer com essa característica, ficam assim ao crescer ou não vivem tempo suficiente para ganhar uma juba impressiva?
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"Estamos todos um bocado intrigados", refere Paola Bouley, numa troca de emails. Nas últimas duas décadas, não se tem feito um acompanhamento sistemático dos leões da Gorongosa. Impõe-se, desde logo, fazer "um bom inventário": quantos machos, quantas fêmeas, quantos adultos, a que ritmos se reproduzem, qual a taxa de mortalidade nas crias? "Compreender a estrutura e a dinâmica da população vai dizer-nos muita coisa."



Ao fim de seis anos na Gorongosa, Carlos Lopes Pereira sente-se capaz de lançar algumas pistas. Os leões circulam muito. Andam no Grande Vale do Rift Africano, de que o parque é apenas quatro mil quilómetros quadrados no extremo sul. Umas vezes, na planície. Outras, nos planaltos. O clima é que manda. Na época seca, reinam nas zonas baixas. Na época das chuvas, quando a planície alaga, refugiam-se nas zonas altas.

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O médico veterinário, este ano promovido a assessor técnico para todas as reservas e parques naturais de Moçambique, desconfia de que os leões que se avistam no parque são os leões que se avistam em Muanza, distrito da província de Sofala que faz fronteira com a Gorongosa. "Temos informação de que há caçadas de leões naquela zona, mesmo que não se autorize, o controlo que temos é miserável." 



Não há qualquer vedação em torno do parque. A densidade populacional de presas de grande porte, dentro da reserva, é baixa. "Nas coutadas existem manadas de búfalos. Muitos deles até saíram do parque. Foram até lá, encontraram paz e sossego, ficaram. Se eu fosse leão, ia atrás deles", comenta, com humor, o moçambicano de origem portuguesa, durante uma longa conversa numa esplanada de Maputo. 



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As proles de leões, ali, são pequenas. Tendem a ter dois leões, várias leoas e suas crias. As fêmeas cooperam para apanhar a presa. Não lhes faltam pala-pala, oribi, javali-africano para caçar. "Têm de zangar-se para comer um javali-africano", explica o mais experiente dos quatro especialistas em medicina de conservação da vida selvagem do país. "Se trabalharem para apanhar um búfalo, dá para a família inteira." 



Mesmo dentro do parque subsiste alguma caça furtiva. Os fiscais apanharam mais de 650 caçadores nos últimos seis anos. Usam, sobretudo, ratoeiras, cabos de aço, armas de fogo de fabrico caseiro, conhecidas por canhangulos. Carlos Lopes Pereira queixa-se da impunidade. "A lei trata o assunto como se fosse uma violação de uma regra de trânsito: apreensão de instrumentos e multa, que deve ser paga em 15 dias; se não pagar em 15 dias, o tribunal começa a actuar. Como é que o tribunal vai à procura de um indivíduo que está no meio do mato? Não vai. Eles voltam para a sua zona e continuam a fazer caça furtiva."

Conjugam-se três tipos de caça: furtiva de subsistência, furtiva comercial (carne e pele), furtiva de troféus (dente de elefante, cabeça de leão, por exemplo). Só a primeira deveria escapar "ao peso da lei", mas a linha pode ser ténue. Faz comércio quem apanha um animal e oferece carne aos vizinhos em troca de alguns favores?, questiona Carlos Lopes Pereira. Só que essa dúvida não se coloca na caça de leões.




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Os caçadores abatem machos adultos. Nem é difícil encontrá-los. Gostam de áreas descobertas. Não evitam os jipes nem quem neles circula de espingarda. E o desaparecimento de um macho adulto afecta toda a prole. "O macho tem uma função específica", detalha o veterinário. Defende o território - que pode ser superior a 100 quilómetros quadrados. "Previne que os filhotes sejam mortos por machos que estão a competir [pelo território]."

Carlos Lopes Pereira conhece-lhes bem os hábitos gregários. E não os sente em harmonia. "Há ali uma instabilidade muito grande. Já vi leões muito jovens a tentarem cobrir fêmeas [às quais devem ter matado as crias]."



A sul-africana, residente nos Estados Unidos, ainda a instalar-se na reserva, estudará possíveis impactes humanos, como a caça furtiva, mas também questões genéticas e eventuais doenças. "É definitivamente muito cedo para dizer exactamente quais são os factores que estão a limitar a população", ressalva.



Deverá socorrer-se de diversas técnicas, incluindo identificação fotográfica não-invasiva. Tratará de colocar câmaras de controlo remoto. Pondera o uso de colares com GPS / satélite para que se possa "de forma mais eficaz acompanhá-los e monitorá-los na vasta paisagem de Gorongosa". "Usando esses colares podemos acompanhar os movimentos entre o parque e as reservas vizinhas", diz. Não espera "respostas fáceis e rápidas". Sabe que a investigação pode levar "um bom número de anos" e depende de financiamento externo. 



A expectativa ultrapassa as fronteiras de Moçambique. Uma pergunta tem sido feita por cientistas e activistas em jeito de toque de despertador: pode imaginar-se África sem leões?

Um sonoro alerta foi lançado no ano passado por Dereck e Beverly Joubert, que há mais de 25 anos investigam e registam vida selvagem. O casal - com 22 filmes, 10 livros, seis artigos científicos e inúmeros textos da National Geographic no currículo - usa os vários suportes para passar mensagens sobre conservação. Filmou uma história de sobrevivência no delta do Okavango, no Botswana. Chamou-lhe The Last Lions.



Empregam um grande esforço na Big Cats Initiative/Cause An Uproar, campanha que desenvolvem para a National Geographic, um fundo de emergência para "chamar a atenção do mundo e desenvolver soluções para parar o declínio dos grandes feli.nos" Em 1960, uns 400 mil leões viviam no mato africano. Hoje, uns 20 mil, o que representa um decréscimo de 90% a 95%. Contas feitas por Dereck, que não parece cansar-se de repetir: "Se não começarmos a fazer alguma coisa, os leões estarão extintos dentro de 10 ou 15 anos."



Há mais de dez anos que a União Internacional para a Conservação da Natureza apregoa que as populações de leões da África Ocidental e da África Central estão em risco de desaparecer. Com a expansão da agricultura e da pecuária, os grandes felinos estão a perder o seu habitat. A falta de espaço aumenta as lutas entre eles. E muitos morrem com o veneno dos pesticidas ou com os tiros dos caçadores. 



Nos Estados Unidos pôs-se a circular no ano passado uma petição para impedir a importação de leões e de partes dos seus corpos, incluindo garras, crânios, ossos e genitais. O país era então o maior cliente. "De 1998 até 2008, pelo menos 7445 leões selvagens foram negociados internacionalmente, os Estados Unidos importaram um mínimo de 4021", indica o documento, ainda acessível na Internet. Mais: "64% dos 5663 leões selvagens comercializados internacionalmente para caça de troféu foram levados para os Estados Unidos."

Os cientistas têm enfatizado outro risco. Para evitar doenças genéticas, cada população devia ter à volta de 500 elementos. Ora, as maiores têm uns 200, a maior parte ronda os 50. Isso pode condenar a espécie. E, se isso acontecer, outras espécies sofrerão as consequências. Os grandes felinos estão no topo da cadeia alimentar. A sua extinção poderia ter um severo efeito multiplicador.



A jornalista Ana Cristina Pereira esteve na Gorongosa a convite da Into África Viagens e Safaris Lda.

A Natureza em acção na Gorongosa

Parque Nacional da Gorongosa 19 Mai 12

Fotos da investigadora Paola Bouley que se encontra na Gorongosa para o Projecto Leões da Gorongosa!

 

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Projecto Leões da Gorongosa

Parque Nacional da Gorongosa 14 Mai 12

A investigadora Paola Bouley já se encontra na Gorongosa para o Projecto Leões da Gorongosa!

 

 

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Os Leões da Gorongosa gostam de Árvores!

Parque Nacional da Gorongosa 3 Mai 12

Nos safaris de jipe da Gorongosa os turistas têm que olhar para cima para ver estas situações pouco vulgares...

 

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Veja este interessante video clip extraído de um documentário ARD-Bavaria TV (Alemanha) com o título "Gorongosa - The Paradise Returns" filmado em Abril/Maio de 2009 por uma equipa de filmagens liderada por Christian Herrmann onde estava incluído o cinematógrafo Jacques Goosen do "Southern African Natural History Unit".

 



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